Agentes Comunitários De Saúde De Itapuranga, Em Protesto, Reivindicam Adicional De Insalubridade


Por Divino Magalhães Filho
Itapuranga-GO, 12/01/2018


O que era para ser o "Dia D", do mês de janeiro, de combate à dengue em Itapuranga, a manhã da última terça-feira, 9, se transformou num momento de contestação e de movimento reivindicatório por parte dos Agentes Comunitários de Saúde da Cidade frente à Secretaria que os rege. Explica-se: contestatório, devido aos mencionados funcionários públicos entenderem que a maneira, até então, estabelecida de trabalho, na tentativa de debelar focos de mosquito transmissor da dengue, estaria atrapalhando e atrasando as visitas e orientações rotineiras em suas respectivas áreas de atuação, estes, protestaram e conseguiram junto à Secretária Municipal de Saúde, Denise Dias de Sousa Brandão, autorização para que, em vez de todos estarem ao mesmo tempo em um só lugar com os Agentes de Endemias, cada Agente Comunitário ou um pequeno grupo passasse, acompanhado de funcionários da Endemia, a trabalhar, na citada frente, tão somente em sua região de atuação, que seja, na área correspondente ao seu Estratégia de Saúde da Família-ESF. Já quanto ao ato reivindicatório, os referidos trabalhadores da Saúde itapuranguense, baseados na Lei Federal n.º 13.342/2016-que reformulou partes das Leis 11.350/2006 e 11.977/2009, normativas que regem, tanto os Agentes Comunitários de Saúde (ACS) quanto os Agentes Comunitários de Endemia (ACE)- pleitearam o Adicional de Insalubridade para a categoria. Reivindicação que fora negada pela Secretária, que alegou à Reportagem que, alicerçada em um laudo técnico feito por uma Empresa particular a pedido da Pasta que dirige, não enxergou a necessidade do pagamento do referido benefício aos Agentes Comunitários de Saúde do município de Itapuranga, posto que, segundo Denise Dias, além do documento apontar nível baixo de insalubridade nas atividades dos mesmos, a Secretaria já oferece a esses profissionais os Equipamentos de Proteção Individual-EPIs. Mas, mais parecendo uma atuação de dupla face ou de incoerência frente ao que, ora, pratica e pronuncia, a Secretária Denise Dias, ao discorrer sobre o assunto, além de afirmar ao repórter que concorda com a ideia de que os Agentes Comunitários de Saúde da Cidade tem o direito ao Adicional Insalubridade, assegurou que a Pasta vai propor que se faça uma nova e mais abrangente avaliação técnica para que se perceba, segundo ela, quem, de fato, de todo o setor da Saúde itapuranguense, deve receber o benefício que, ora, é reclamado pelos funcionários que protestaram naquela terça-feira junto à Secretaria de Saúde do Município.


Por outro lado, ao ser contactada pela Reportagem, a Agente Comunitária e Presidente do SindSaúde-Regional Itapuranga, Maria Aparecida (Cida), primeiro, avaliou como positiva a tomada de decisão que autorizou os Agentes Comunitários a só atuarem, no combate à dengue, nos espaços correspondentes aos seus respectivos ESFs e "áreas descobertas", para em seguida tecer críticas veementes, tanto ao não pagamento, por parte da Prefeitura, do Adicional Insalubridade à categoria da qual pertence quanto ao laudo técnico da Secretaria Municipal de Saúde, que deu sustentação à citada Pasta para que esta não pagasse o Adicional Insalubridade aos Agentes Comunitários de Saúde da Municipalidade. Comportando assim, a Prefeitura de Itapuranga está, segundo Maria Aparecida, desrespeitando, descumprindo uma Lei Federal que garante o Adicional Insalubridade à classe. A Sindicalista também criticou a proposta da Secretária Denise Dias, que é a de realizar uma nova avaliação técnica para perceber quem do setor da Saúde itapuranguense poderá receber o benefício reivindicado pelos servidores comunitários. A Agente Comunitária adiantou que, no final deste mês, a Entidade Sindical, da qual é presidente regional, juntamente com seus advogados vai entrar com uma Petição Pública junto ao Ministério Público do Estado de Goiás, solicitando que o referido Órgão Promotorial recomende à Prefeitura de Itapuranga que cumpra a Lei Federal que trata da obrigatoriedade do pagamento do Adicional Insalubridade aos Agentes Comunitários de Saúde. Diante de todas as informações aqui delineadas, percebe-se algumas pontuações da Sindicalista que dão o tom de um ferrenho embate à vista entre as Instituições em questão. Assim, ela discorre: "Acontece que, quando fizeram a nossa avaliação, eles gastaram oito meses, gastaram em torno de 8 mil reais para dizer que a gente não tinha direito numa coisa que já é firmada por Lei. Então, agora, o nosso pensamento é que vai acontecer a mesma coisa: eles vão gastar, aí, oito meses, um ano para fazer uma avaliação, para depois dizerem novamente que a gente não tem direito. (...) Então, a gente já entrou em contato com os advogados do SindSaúde-GO e eles previram a data de 31 de janeiro para estarem aqui (em Itapuranga) para a gente já mandar o Processo (A Petição Pública) para o Ministério Público".


Em Tempo I. Leia o parágrafo 3º, do artigo 3º, da Lei 13.342/2016, de 3 de outubro de 2016, que, mais tarde, fora republicada com o referido acréscimo que está a embasar a campanha dos Agentes Comunitários de Saúde pelo Adicional Insalubridade para a categoria em Itapuranga. "O exercício de trabalho de forma habitual e permanente em condições insalubres acima dos limites de tolerância estabelecidos pelo Órgão competente do Poder Executivo Federal, assegura aos agentes de que trata esta lei a percepção do adicional de insalubridade, calculado sobre o seu vencimento ou salário base".


 

Em Tempo II. Ressalte-se que, vários Municípios já se adequaram e estão a cumprir o que reza a Lei 13.342/16, que seja, estão pagando aos seus Agentes Comunitários de Saúde o Adicional Insalubridade. O que é de se pensar é que, a própria Secretária Denise Dias, que se recusa a cumprir a mencionada Normativa Federal, também, forneceu esta informação à Reportagem! Cabuloso, não?

Dinheiro Do Povo de Itapuranga Em Promoção De Entidade Classista

 


Por Divino Magalhães Filho
Itapuranga, 04/01/2018

 

 

O que, até então, era só comentado às bocas pequenas nos bares, lanchonetes, esquinas e pontos de encontros da Cidade, foi confirmado na última sexta-feira, 29 de dezembro, pelo empresário do setor de vendas de produtos agropecuários e atual Presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas da Cidade-CDL, Luiz Gonçalves de Faria. O Presidente da citada Entidade, que foi ao Rádio itapuranguense naquele dia, ao comentar sobre a Promoção 2017 do Comércio de Itapuranga, disse que, dos vários prêmios que serão sorteados no dia 06 de janeiro, na Praça Castelo Branco, as quatro motocicletas, que são o carro-chefe da Campanha, foram doadas pelo Poder Público Municipal itapuranguense, sendo que, três foram entregues pela Prefeitura e uma, pela Casa Legislativa do Município.


Diante da informação que, desde muito vinha sendo omitida, a Reportagem se dirigiu, na tarde de quarta-feira, 03 de janeiro, ao Presidente da CDL, Luiz Gonçalves de Faria, na tentativa de obter maiores esclarecimentos sobre o assunto. O Empresário contou ao repórter que, a Promoção se iniciou no final de agosto e que 50% dos filiados da Entidade aderiram à Campanha de Prêmios. Aqui, uma contradição, posto que, a Reportagem conseguiu de uma fonte muito próxima à CDL, a informação de que a mesma possui, hoje, 176 sócios, sendo que somente 48 desses empresários estão envolvidos no referido Evento Promocional, portanto, só 27,2% dos filiados estão participando da Campanha de Prêmios. Ainda de acordo com Luiz Gonçalves Faria, a parceria da Entidade Classista com o Poder Público Local foi no intuito de promover o fortalecimento do comércio itapuranguense, aumentando, assim, segundo ele, as oportunidades de empregos e a capacidade arrecadatória da Municipalidade.


Questionado sobre o formato da citada parceria, Luiz Gonçalves garantiu que tudo fora feito dentro da legalidade, informando ainda que, além do recebimento das quatro motocicletas; três de 160 cilindradas e uma de 125 cilindros, os comerciantes participantes também contribuem com cotas distintas à CDL na aquisição de cupons, para que esses sejam distribuídos aos seus respectivos clientes. “Sim, os comerciantes que estão participando também estão contribuindo com a campanha, porque, além das quatro motos doadas pelo Poder Público, nós precisamos comprar os demais prêmios e a CDL precisa fazer um caixa para que possamos trabalhar durante o ano”, informa o Empresário Presidente que, também, afirma que a Entidade irá fazer o repasse de 5% da renda líquida da Campanha Promocional à Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – Apae da cidade de Itapuranga. “Fazer um caixa para os nossos trabalhos durante o ano”?! Questionável, não? Aqui, explica-se a razão desse abocanhar de verbas, por parte da CDL, do Erário itapuranguense? Ressalte-se que, ainda de acordo com a fonte da Reportagem, há três tipos de cotas estabelecidas pela Entidade Comercial, encaixando faixas de estabelecimentos que pagam mil, setecentos ou quinhentos reais, conforme a capacidade financeira de cada empresário, para que adquiram os cupons e distribuam aos seus respectivos clientes.

 


Algumas Reflexões

 


No decorrer da Campanha Promocional, volta e meia, tanto o Presidente da CDL, Luiz Gonçalves quanto o Prefeito da Cidade, Daves Soares da Silva PSDB, e o Presidente da Câmara Municipal, Antônio Avelino da Silva Neto PHS, foram às Rádios de Itapuranga e falaram sobre “a parceira” dos respectivos Poderes com a Entidade Classista, sem darem esclarecimentos mais detalhados sobre o tema. O que se questiona é: por que eles sempre se hesitaram em dizer à população que o dinheiro do contribuinte itapuranguense estava sendo colocado em Promoção de Organização Comercial, no caso, a CDL? E, por que a constante omissão dos comunicadores/radiojornalistas da Cidade, que, sequer, solicitaram aos respectivos dirigentes esclarecimentos adequados sobre o formato da tão propalada parceria? Outra: os radiojornalistas tinham conhecimento sobre o caso do derrame de dinheiro público às empresas particulares, via CDL, e preferiram se calar, consequentement, não informando a população? Se sim, a troco de quê? Sentiram receio de um possível corte do fio da navalha financeira dos Ôrgão envolvidos na trama em tela? Por outro lado, vale ressaltar que, tanto as Rádios Comerciais de Itapuranga quanto parte dos participantes da Campanha de Prêmios, são propagadores da tese de que o Estado deva ser mínimo e que o mercado deve ser livre em suas atividades negociais. Assim, se indaga: no caso, o Estado aqui deve ser mínimo para quem?


Outra reflexão que se faz é: sendo os maiores prêmios da Promoção – as quatro motocicletas – patrocinadas com o dinheiro do contribuinte, portanto, impostos que poderiam ser utilizados em áreas públicas mais emergenciais e tendo os cupons adquiridos pelos comerciantes que, certamente, repassam os custos dos mesmos aos clientes que compram seus produtos, os itapuranguenses não estariam pagando duplamente pela Campanha Comercial que, ora, é promovida pela CDL? E mais: como anunciou o Presidente da Entidade, os prêmios do referido Evento Promocional serão sorteados no palco festivo que está instalado na Praça Castelo Branco, para celebrar o 64º aniversário de Emancipação Política do município de Itapuranga. Como se vê, mais uma vez, a Câmara de Dirigentes Lojistas da Cidade vai pegar carona, ou seja, vai se utilizar da parafernalha pública para promover interesse classista. Ou ela está pagando por isso? Também vale lembrar que, nas chamadas, via propaganda volante, que circularam nas vias da nossa Urbe, na tarde de quinta-feira, 04 de janeiro, convidando as pessoas para os festejos alusivos aos 64 anos de Itapuranga, o Poder Executivo local, também, anunciava a realização do sorteio de prêmios da Campanha promovida pela CDL. De novo, a proximidade quase que promíscua do público com o privado?!


A justificativa, tanto do Prefeito quanto dos Presidentes da Casa Legislativa itapuranguense e da Câmara de Dirigentes Lojistas da cidade, é de que a citada “parceria” fomenta o desenvolvimento do Município, por meio do aumento das vendas e do acréscimo de oportunidades de empregos. Só que, até agora, não se conhece dados fáticos, formais ou oficiais que cimentam essa afirmação e, muito menos, informações satisfatórias e transparentes de como se deu a aproximação da Prefeitura, da Câmara de Vereadores com a CDL de Itapuranga. Não se divulgou e não se tem conhecimento de nenhum documento/projeto que fora apresentado pela Entidade Classista ao Poder Público, evidenciando a viabilidade aceitável da parceria para com o Município. Portanto, informações negligenciadas só poderiam dar em questionamentos e construção de dúvidas alastradas, como por exemplo: que critérios foram observados para que houvesse a formulação da parceria? Que proposituras em projeto foram apresentadas pela CDL ao Poder Público de Itapuranga para que as motocicletas fossem doadas, tanto pelo Executivo quanto pelo Legislativo itapuranguenses? Por fim, com tamanhos questionamentos e tantas incertezas da gente do Município acerca do referido acordo colaborativo firmado entre os já citados Ôrgãos, tem-se que uma última pergunta se faz necessária: com quase cinco meses de existência da trama promocional da CDL, com o patrocínio do Erário itapuranguense, onde estão os vereadores da nossa Localidade, que, sequer, deram um pio sobre o assunto em cena? O porquê do ensurdecedor silêncio dos Legisladores em relação ao tema em tela? Calar é preciso? Questionamentos aos montes, que estão a aguardar respostas plausíveis e convincentes, para fechar a presente reflexão indagativa, acredita-se caber aqui um antigo e, nesse caso, acalhador adágio popular, que resume o caso em conto em uma única e certeira frase, qual seja, "Fazer graça com chapéu alheio é muito fácil".

Exigindo Adequação A Um Determinado Horário E Dias De Funcionamento, Grupo De Nove Estabelecimentos Farmacêuticos De Itapuranga Trava Batalha Judicial Contra Farmácia Vital

 


Por Divino Magalhães Filho
Itapuranga-GO, 22 de dezembro de 2017

 


Alegando concorrência desleal, descumprimento da legalidade e a quantidade satisfatória de farmácias e drogarias na cidade, e apontando que essas conseguem atender adequadamente à população, um grupo de nove Estabelecimentos Farmacêuticos entrou com questionamento judicial (Processo), primeiro, solicitando do Juízo local Liminar que suspendesse, pelo menos até a Audiência de Conciliação (02 de abril de 2018), as atividades, em horários especiais, da recém inaugurada Farmácia Vital.

O referido Estabelecimento Farmacêutico, que tem como proprietário, Paulo Henrique Sousa Faria da Silva, e que está situado à Rua 47, nº 1010, no Centro da Cidade, em frente à Praça Castelo Branco, abriu suas portas desde o meio do mês de julho passado e, segundo seu dirigente, desde então, vem sofrendo pressões por possuir objetivos de funcionamento além daqueles dos seus concorrentes. Paulo Henrique conta que, já no projeto de fundação da Empresa (ano de 2015), tinha em mente inaugurar uma Farmácia que funcionaria 24 horas por dia, durante toda a semana, inclusive, aos sábados, domingos e feriados.

No entanto, no decorrer dessa semana, dia 19 de dezembro, a Juíza da Comarca da Cidade, Julyane Neves, expediu Liminar obrigando que a Farmácia Vital se abstivesse de funcionar em horários especiais, assim, se adequando ao que ora fora solicitado pelo grupo dos nove empresários do mesmo ramo. Paulo Henrique Sousa Faria da Silva contou à Reportagem que, tendo a Liminar sido expedida às 17:33h do dia 19, e com a Intimação oficial para o cumprimento às 9:12h da manhã do dia 20, restou a ele o acatamento da mesma. De acordo com o proprietário da Farmácia Vital, o jurídico da Empresa já está se articulando para derrubar a Liminar, mas, segundo ele, os trabalhos advocatícios só serão apresentados à Justiça somente a partir do dia 08 de janeiro próximo, visto que, o Mandado da Juíza fora expedido bem próximo ao recesso de fim de ano, impedindo uma atuação mais rápida da Empresa.

Em suas informações e até mesmo questionamentos, Paulo Henrique conta que, com a intenção de atuar com o Projeto de atendimento 24h, conseguiu obter, no mês de outubro último, o Alvará Especial de Funcionamento 24h junto ao Conselho Regional de Farmácia, da Cidade de Goiânia. Com papel em mãos, segundo ele, foi ao Jurídico da Prefeitura de Itapuranga e efetuou um Requerimento Individual de Alvará Especial para trabalhar em conformidade com seus objetivos. Documento que, conforme contou, fora negado pelo Paço Municipal, por pura pressão dos concorrentes que estão contrários à sua forma de atuação comercial. “A gente via os donos das Farmácias indo à Prefeitura para fazer lobby”. Com a negativa da Prefeitura, a citada Empresa Farmacêutica entrou com um Processo contra a Municipalidade que, segundo Paulo Henrique, está em trâmite, tendo a primeira audiência marcada para o dia 08 de janeiro de 2018.

Ainda de acordo com o dirigente da Vital, possuindo o Alvará Especial obtido junto ao Conselho Regional de Farmácia, e com o Alvará Municipal normal – que, segundo ele, não consta horário e nem dias especificados de funcionamento – a Farmácia, desde o dia 03 de novembro de 2017, passou a funcionar das 08 da manhã às 22h, todos os dias da semana, inclusive, aos feriados. “Nós temos 3 farmacêuticos; os nossos funcionários são todos de carteira assinada. A nossa Farmácia, nessa questão, eu entendo que é a que está mais legalizada em Itapuranga.” conta o proprietário do estabelecimento.

Quanto às Leis Municipais nº 799/1990 e 1244/1999, que embasaram a Liminar da Juíza Julyane Neves e um possível Decreto que deveria regulamentar os horários de plantões das Farmácias em Itapuranga, Paulo Henrique Sousa salienta que, as Normativas Municipais já sofreram várias reformas, e com isso, não assistindo a proibição do funcionamento de Farmácias em horários e dias especiais. Quanto ao Decreto que deveria reger os plantões farmacêuticos da Cidade, o empresário da Vital afirma que o mesmo não existe, posto que, já o requereu oficialmente junto à Prefeitura itapuranguense e, segundo ele, já passado o tempo legal para que o Município o entregasse, até o momento, ele não o tem em mãos. “Foi entregue a mim, em novembro, uma planilha com os nomes das Farmácias que estão, de tempo em tempo, a tirar plantões. Só que a folha não tem timbre de nenhum Órgão Regulador; não há assinatura e muito menos carimbo de ninguém. Então, o que se vê é que, ao invés de seguir uma determinação reguladora para os plantões, essas Farmácias é que estão se autorregulando. Na planilha, que é produzida no Word, não há nada estabelecido previamente, como datas, dias e plantões; não é uma coisa pública. Eu não posso provar aqui, mas já até chegou gente de outra Farmácia me oferecendo venda de plantão farmacêutico; eu tenho coragem de ficar cara a cara com essa pessoa para confrontar o que estou falando.”, denuncia e desafia Paulo Henrique Sousa.

O Outro Lado

Para o contraponto legal, a Reportagem entrou em contato com o advogado Gustavo Mendonça, que é o representante jurídico do grupo dos nove proprietários do ramo farmacêutico, solicitando que ele enviasse ao menos uma Nota Informativa a respeito do tema. Para tanto, o repórter o emitiu, via aplicativo WhatsApp, uma série de indagações em tom de um roteiro. Gustavo Mendonça, preferindo não responder por escrito, contactou o redator via telefone e contou a versão do grupo de empresários que, ora, representa. Assim diz: “Ele (Farmácia Vital) está impedido de funcionar (em horários e dias especiais) porque a Juíza (Julyane Neves) não permitiu. Existe uma Lei muito antiga (1990) que regulamenta o funcionamento dos estabelecimentos (Farmacêuticos). O que eu tenho a dizer é que nove pessoas não concordam, acham desleal o jeito que ele (Paulo Henrique) quer trabalhar. Por que só ele pode, sendo que tem uma quantidade imensa de Farmácias na cidade? Isso é desleal, ele abrir a bel interesse dele, sendo que a Lei é pra todo mundo. Por que tem Lei pra todo mundo e não tem pra ele (proprietário da Vital)? Ele foi para o lado errado, o que eu quero explicar para o senhor (repórter) é que ele foi para o lado errado. Ao invés de procurar a forma correta, ele fez a forma errada. Por que ele fala que não tem Lei que determina o plantão? Aí, (em Itapuranga) foi criada uma comissão das Farmácias em comum acordo e eles fizeram uma planilha e respeitam essa planilha e se dão bem. Pois o senhor nunca ouviu falar que eles brigam entre si, de maneira nenhuma! A livre concorrência existe, só que ele não está respeitando a Lei que regula a concorrência. Ele fez o caminho errado, ele criou inimizade com todas as pessoas, está falando mal de uma Farmácia só, o caminho não é esse. O Município não autoriza funcionar desse jeito, o Município não autoriza. Não autorizou!”, pontuou o Representante Jurídico do grupo das nove Farmácias, que contrapõe ao modo de operação da Farmácia Vital. E diz mais: “Ele (Paulo Henrique) tinha que ser um empresário inteligente, ao invés de criticar nas redes sociais, fazer a coisa certa”, finaliza o advogado do grupo de nove Estabelecimentos Farmacêuticos.

Itapuranga, Setor Milton Camilo De Faria: Duas Avenidas Que Mais Parecem Leitos De LamaI

 


Por.Divino Magalhães Filho
Itapuranga-GO, 07/12/2017

 


Sai Gestor e entra Gestor na Administração da Cidade, mas a prática de começar obras de infraestrutura no início do período chuvoso e depois tendo que paralisá-las-devido a quantidade de água ou por falta de repasse de grana-deixando moradores das proximidades das mesmas contrariados, indignados e até raivosos por causa do lamaçal que dificulta o acesso ou mesmo toma conta de suas residências ou casas comerciais, isso é recorrente em Itapuranga, vide as obras de galerias pluviais na Rua 39, Vila Barrinha, comandadas pelo Governo anterior, o de Jabez Cardoso de Melo PHS; que se arrastaram por um longo período, provocando grandes transtornos àquela Comunidade. Agora, da mesma forma, iniciadas próximo ao período chuvoso, ora, em vigência, as obras de implantação de galerias pluviais nas Avenidas Araguaia e Tocantins (irônico, não?), que são comandadas pelo prefeito Daves Soares da Silva PSDB e que há algum tempo foram paralisadas, como num filme repetido, também, estão causando grandes transtornos aos moradores do Setor Milton Camilo de Faria.

 

Recentemente, parte do asfalto das duas Avenidas, a Araguaia e Tocantins, foi retirada para que fossem implantadas as manilhas formuladoras das galerias pluvias daquelas Vias, sendo que, com as constantes chuvas ou falta de verbas(?), o recapeamento ou a reconstrução asfáltica das mesmas não foi realizado, fazendo com que as duas Avenidas se transformassem, neste período chuvoso, em verdadeiros leitos de lama.


Contrariados com os transtornos e as dificuladades que vêm enfrentando devido ao não término das citadas obras, moradores do Setor Milton Camilo de Faria lotaram, na noite de ontem, quarta-feira, 06 de dezembro de 2017, a Galeria da Câmara Municipal de Itapuranga, quando da realização de sua Sessão Ordinária. Na ocasião, com cartazes, os residentes do referido Setor, fazendo pressão nos vereadores e reivindicando apoio dos mesmos à sua causa, cobraram solução mais rápida e eficiente para o problema que, ora, vivenciam.


Quanto aos legisladores, cada um, à sua maneira, tratou logo de livrar a barra do prefeito Daves Soares da Silva, o isentando de culpa pelo início das obras próximo a um período chuvoso ou pela paralisação das mesmas, atribuindo culpa/responsabilidade, tão somente, à burocracia governamental no repasse das verbas, à Empresa executora das obras e ao Governador Marconi Perillo PSDB que, por sinal, o Prefeito protegido, em discursos pelos legisladores, pertence à mesma legenda partidária de Perillo.


No tocante às promessas, por parte dos vereadores, de resolução do problema da paralisação das obras de implantação das galerias pluviais, que está colocando parte do Setor Milton Camilo "mergulhada" em lama, o presidente da Câmara, Antonio Avelino da Silva Neto PHS, assegurou aos moradores daquela Localidade que iria marcar um encontro entre vereadores, residentes do referido Bairo e o prefeito Daves Soares para, segundo o chefe da Casa Legislativa, juntos, buscarem uma solução para o problema.


Já o vice-presidente da Câmara, Rodrigo Pereira da Silva PMDB (Rodriguinho), em seu pronunciamento, também em tom de defesa e quase que bajulando o prefeito Daves Soares PSDB, atribuindo culpas a somente a terceiros, afirmou ao público que havia conversado com o chefe do Executivo itapuranguense na manhã daquela mesma quarta-feira e que este teria lhe garantido que, se a Empresa habilitada, tão logo, não reiniciasse as obras, a Prefeitura de Itapuranga se responsabilizaria pela reconstrução asfáltica das duas Avenidas. Conversa ou compromisso?


Em Tempo. Como assim, a Prefeitura, o contribuinte vão realizar serviços destinados a Empresa particular que, em contrato, ela tem por direito receber? O Erário arcará financeiramente duas vezes com uma mesma obra? E os cidadãos itapuranguenses, eles têm certeza, que estes vão se calar? E os Órgãos de Controle-Ministério Público, Tribunal de Contas dos Municípios de Goiás, Tribunal de Contas do Estado de Goiás, esses não contam? Para ser mais objetivo, na reflexão indagativa: a Prefeitura de Itapuranga atuando em uma obra já empreitada para terceiros, como é a proposta, não significa que, por causa de atrasos e paralisações nas edificações, o Paço Municipal daqui estaria cometendo ilícito, posto que, ao utilizar maquinários, mão de obra e massa asfáltica públicas, este, por meio de verba do contribuinte, estaria pagando duas vezes por um mesmo serviço? Vale lembrar que, o "paliativo", caso executado, mais adiante, seria retirado e jogado fora dando espaço para uma edificação definitiva. Assim, o Prefeito Daves Soares da Silva, nesse intuito, tenha certeza de que os Órgãos de Controle e Fiscalização -MP e TCM- ficarão inertes frente a tal possível ato?

BIBLIOTECA MUNICIPAL DE ITAPURANGA COMPLETA QUARENTA E QUATRO ANOS DE EXISTÊNCIA

 

 

Por Divino Magalhães Filho 
Itapuranga, sexta, 01/12/2017

 


Foi um dia chuvoso, muita chuva! Ontem, quinta-feira, 30 de novembro de 2017, foi a data em que a coordenadora/responsável da Biblioteca Municipal de Itapuranga, Rita de Cássia Proença, juntamente com sua equipe de trabalho, Hélem Simone, Adriana Prudente, Marcela Assis e Fabíola Vianez, promoveram uma festividade celebrativa ao 44º aniversário da Biblioteca do Município de Itapuranga, ato realizado no pátio coberto da Igreja Católica da Cidade (Matriz).


O evento que ocorreu durante todo o dia, se encerrando à noite com danças do Catira, Capoeira e com a distribuição de bolo de aniversário, refrigerante e sorteio de brindes aos presentes, também, contou com as participações das diversas escolas (Estaduais e Municipais) de Itapuranga que, ao longo do dia, apresentaram peças teatrais, saraus, danças, poemas, poesias e músicas de variados estilos.


A Biblioteca Municipal de Itapuranga, que está situada junto à Praça Cunha Lima, no Setor São Sebastião do Xixá (Xixazão), parte antiga da Cidade, foi inaugurada no dia 05 de novembro de 1973 e, hoje, possui, segundo a bibliotecária Rita de Cássia, um acervo de 8.665 livros, que estão distribuídos nas áreas de Literatura, História, Filosofia, Direito e Saúde. O público infanto-juvenil e infantil também tem acesso a uma considerável literatura direcionada ao seu desenvolvimento pessoal e intelectual.


Obs.: A celebração do 44º aniversário da Biblioteca Municipal de Itapuranga, além de ser um ato comemorativo de seu quase meio século de existência, também pode ser considerada uma demonstração de resistência de quem a coordena, sonhando com uma sociedade grande em sabedoria. Agora, que a Biblioteca Municipal de Itapuranga carece, e muito, da atenção e dedicação, tanto das Secretarias da Educação e da Cultura do Município quanto do Governo Municipal em si, disso, todos que a conhecem, não têm dúvida! Que o diga a não reposição/renovação bibliográfica e a não climatização (para preservar o acervo) daquela Sagrada Casa do Saber. Com a palavra, as autoridades competentes.


Ver registros fotográficos em: https://www.facebook.com/Itapuranga-Fatos-Em-Fotos-1897753…/

ITAPURANGA SEM AMBULÂNCIAS DO SAMU

 


Por Divino Magalhães Filho
Quarta-feira, 11/10/2017

 


O vereador Valdomiro Albino Marçal Mota (Miro Marçal) PP, em pronunciamento, nesta quarta-feira, 11 de outubro, na Câmara Munucipal, denunciou a falta de ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgêcia-SAMU em Itapuranga-GO.

 

Segundo o parlamentar itapuranguense, desde o último domingo, 08, o Município se encontra sem a cobertura das viaturas do SAMU, posto que, conforme contou, das duas ambulâncias disponibilizadas à Itapuranga, "uma já estava parada há muito tempo, porque está estragada. Agora, a outra, também, estragou no domingo, quando estava prestando atendimento", relatou o legislador.

 

Ressalte-se que, em contradição com o que denunciou o vereador Miro Marçal, o presidente da Câmara itapuranguense, Antonio Avelino da Silva Neto PHS, em sua fala ao final da Sessão, afirmou que a Casa Legislativa está compromissada em devolver ao Paço Municipal sobras financeiras (restos de duodécimos) do ano de 2017 para que, segundo ele, o chefe do Executivo, Daves Soares da Silva PSDB, adquira uma viatura médica, formato UTI Móvel, para o Município. Resta saber se a futura aquisição, depois de desgastada pelo uso, não terá o mesmo destino das duas ambulâncias do Servico de Atendimento Móvel de Urgência de Itapuranga, que foi a paralisação completa das unidades veiculares por falta de manutenção/conserto!

Dois Ex-Presidentes Da Câmara De Vereadores De Itapuranga

São Condenados Por Atos De Improbidades

 

Por Divino Magalhães Filho

Itapuranga GO, 15/8/2017

 

 

Após ter firmado, no ano de 2012, um Termo de Ajustamento de Conduta-TAC com a Casa Legislativa itapuranguense, prevendo que esta criaria uma normativa que alicerçasse a realização de concurso público para os cargos de procurador jurídico e contabilista, passado algum tempo, o Ministério Público da Comarca se viu frustrado diante de seu intento, posto que, conforme relata em uma Ação Civil Pública Por Ato De Improbidade Administrativa, os dois presidentes que sucederam José Garcia Pires, o criador da Lei 1.871/2012 -normatizadora dos cargos de procurador jurídico e de contabilista concursados para a Casa- não quiseram se ater àquela Legislação que havia sido criada pela Câmara por força de um acordo firmado entre as citadas Instituições, preferindo, segundo o MP, renovar ou celebrar novos contratos precários e, ora com a inexigibilidade de licitação, ora com o processo licitatório modalidade convite.


Conforme relato Promotorial reportado na Peça Sentencial, tanto Valdomiro Albino Marçal Mota-Miro Marçal PP quanto Nelson Geraldo Pinto-Nelson da Casa do Idoso PSD, causaram peras. Financeiras ao erário itapuranguense; o primeiro, que dirigiu a Câmara no biênio 2013/2014, segundo o MP, provocou um rombo de 110 mil e 400 reais; o segundo, que governou a Casa Legislativa nos anos 2015 e 2016, causou um prejuízo de 28 mil e 800 reais aos cofres públicos por ter continuado com a prática de contratação de assessorias jurídica e contábil. O cálculo de tamanho desfalque foi feito baseado na premissa da Lei n. 1.871/2012, que previa salário/base, tanto para procurador jurídico quanto para contador concursados para a Casa, no valor de 2 mil e 800 reais e nas cópias de vencimentos mensais para as mesmas atividades, contratadas pelos ex-presidentes legislativos, Miro Marçal e Nelson da Casa do Idoso, que chegaram à cifra dos 5 mil e 200 reais ao mês.


Assim, diante dos fatos e frente a inúmeros pleitos do Ministério Público em relação ao tema, a Juíza da Comarca de Itapuranga, Julyane Neves, acatando parcialmente o pedido do MP, condenou, na sexta-feira, 11 de agosto, tanto Valdomiro Albino Marçal Mota-Miro Marçal quanto Nelson Geraldo Pinto-Nelson da Casa do Idoso, a ressarcirem integralmente o erário itapuranguense, com juros e correções monetárias percebidos a partir do começo dos prejuízos. A Magistrada, também, determinou que a dupla perca seus direitos políticos por um prazo de oito anos, perda da função pública, além do que, proibiu Miro Marçal e Nelson da Casa do Idoso de firmarem contratos com Órgãos Públicos ou receberem quaisquer tipos de empréstimos ou subsídios creditícios para suas possíveis empresas, que possam vir de entidades financeiras públicas, pelo período de cinco anos.

 

Os Políticos Condenados


A reportagem entrou em contato com o vereador Valdomiro Albino Marçal Mota, que disse respeitar os trabalhos do MP e da Justiça, mas, alegou não ter sido "notificado" pelo Ministério Público, quando estava na presidência da Câmara, para que realizasse o concurso para os cargos de procurador jurídico e contador. " O Tribunal de Contas dos Municípios me notificou e eu fiz um concurso para vários cargos da Câmara, mas para essas áreas (jurídica e contábil), o Ministério Público não me falou nada", relata Valdomiro Albino, que também disse já ter contatado seu advogado, para recorrer da sentença.


  Quanto ao ex-vereador Nelson Geraldo Pinto, mesmo diante de várias tentativas de telefonemas, a reportagem não conseguiu ouvi-lo.


Em Tempo. Já se passaram quase nove meses de uma nova presidência da Câmara, depois do biênio exercido por Nelson Geraldo Pinto e até agora não se realizou o concurso para os cargos de procurador jurídico e contador.

Kelcy Jany Tem Diploma De Vereadora Cassado Pela Justiça Eleitoral De Itapuranga



Por Divino Magalhães Filho
Itapuranga-GO, 15-08-2017



Aceitando parcialmente uma Representação do Ministério Público da Comarca de Itapuranga-GO, a Juiza Eleitoral da Cidade, Julyane Neves, condenou, na sexta-feira última, 11 de agosto de 2017, a vereadora Kelcy Jany Faria Silva, do Partido Progressista PP, por, segundo a Peça Sentencial, captação ilícita de sufrágio, ou seja, compra de voto.


Conforme conta a Narrativa Judicial, Kelcy Jany Faria Silva, que está em seu segundo mandato como vereadora, teria oferecido a uma senhora, na Campanha Eleitoral de 2016, um cartão do Programa de Transferência de Renda (goiano) intitulado Renda Cidadã, em troca do voto da mesma. Ainda de acordo com a Peça, mesmo a abordada alegando votar em outras pessoas e, portanto, tendo recusado a proposta ofertada pela candidata à reeleição legislativa, Kelcy Jany ainda deixou, com a eleitora itapuranguense, seu cartão de visita com nome e número de seu telefone, intencionando que, se a mulher resolvesse aceitar o que havia sido proposto, era só lhe procurar.


A Peça Sentencial, também, aponta, via relatos de testemunhas, a proximidade da, então, candidata Kelcy Jany, em pleno período eleitoral, com Programas Sociais de Transferências de Rendas (Renda Cidadã e Bolsa Família) em Itapuranga, chegando até mesmo a ter atuado diretamente no preenchimento de fichas de pessoas que seriam benefiadas pelos referidos Programas naquele mês de julho de 2016. Mas, tendo sido interrompida temporariamente a distribuição dos 600 catões beneficiários, para garantir a paridade e igualdade na disputa eleitoral de Itapuranga, a, na época, vereadora e candidata à reeleição, Kelcy Jany, conforme a Peça, teria passado a ligar para os possíveis beneficiários, os avisando do cancelamento da entrga dos cartões. A atitude da candidata, que estava em plena campanha, foi entendida pelo MP como subterfúgio na tentativa de angariar dividendos eleitorais.


Assim, diante dos fatos expostos, a Juiza Eleitoral, Julyane Neves, além de cassar o Diploma da vereadora Kelcy Jany Faria Silva, ainda determinou a suspensão por oito anos de seus direitos políticos e lhe aplicou uma multa no valor de 20 mil reais. O caso cabe recurso.


A Outra Parte


Depois de várias tentativas e muita espera, a Reportagem conseguiu contato com a vereadora Kelcy Jany que, num primeiro momento, disse que só conversaria pessoalmente, para logo em seguida dizer que, ainda não "conhecia o assunto".


Não satisfeito com o laconismo da Legisladora, o repórter recorreu a um dos advogados de defesa de Kelcy Jany, o causídico Leandro da Silva Borba, que, além dizer que, mesmo não concordando, respeitava a Decisão da Juiza, ainda reclamou de tanta ênfase dada, segundo ele, pela imprensa à sua cliente, posto que, conforme afirmou, "também estavam nesse mesmo Processo, o Jabez (ex-prefeito de Itapuranga, Jabez Cardoso de Melo), o Té (José Garcia Pires, ex-vereador por duas vezes, ex vice prefeito e atual companheiro de Kelcy Jany), o PP (Partido Progressista, da cidade de Itapuranga) e o PHS (Partido Humanista da Solidariedade)". Queixa à parte, o advogado ainda foi questionado se a defesa recorreria do caso, ao que respondeu: "vamos recorrer, já estamos recorrendo".


Em Tempo: os quatro citados na reclamação do advogado Leandro Borba -Jabez, Té, PP e PHS, tidos por ele como "esquecidos pela Imprensa", estes, foram mesmo denunciados pelo Ministério Público local, na mesma Peça que continha a sua cliente, mas não foram condenados pela Decisão da Juiza Eleitoral, tomada na última sexta-feira, 11 de agosto.

Espaço Público Em Itapuranga: "Terra de Ninguém"?

 


Por Divino Magalhães Filho
Itapuranga-GO, 13/07/17

 


No dia 18 de dezembro de 2016, no apagar das luzes do governo de Jabez Cardoso de Melo PHS, a população de Itapuranga tomou conhecimento, via matéria em redes sociais e repercutida em uma Rádio local, de que uma área pública da Cidade estava sendo ocupada por terceiro, que tinha interesse em exercer no espaço uma atividade comercial.


A reportagem se referia à área anexa ao Ginásio de Esportes Anísio Martins -o mais antigo do Município- que se localiza à Rua 44, Setor Joaquim da Silva Moreira -Bairro bastante valorizado- e que está em frente à mais badalada e movimentada academia de esportes de Itapuranga.


Na oportunidade, a Reportagem, além de questionar a possível irregularidade da ocupação do terreno, denunciou que as edificações no espaço público já se encontravam em estágio avançado: o container/quiosque quase pronto, padrão elétrico e hidrômetro já instalados. Tudo ao arrepio da lei, visto que, descobriu-se que, nenhum processo licitatório (no caso, maior preço ofertado) havia sido realizado para que existisse a cessão para o uso do terreno a quem quer que fosse. Soube-se, também, que quem pretendia se apossar irregularmente do citado espaço público era um policial aposentado, que tinha interesse em instalar ali uma lanchonete/restaurante.


Pois bem, passados quase oito meses e tendo havido a troca de governo, agora, no comando do Município, o prefeito Daves Soares da Silva PSDB, o policial aposentado demonstra não ter desistido de seu intento, que é o de se apossar e usufruir do mencionado patrimônio público itapuranguense, posto que, as edificações no local continuam, vide valeta aberta para a ligação da rede de esgoto ao estabelecimento, e com autorização da Secretaria de Infraestrutura e Cidade, conforme revelou seu chefe, Wagner Camargo Neto.


A Reportagem, na tentativa de esclarecer o caso e de ouvir o posicionamento do Poder Executivo local em relação ao assunto, procurou o prefeito Daves Soares, que disse já ter determinado o embargo da referida obra. Além da afirmação, Daves Soares apontou que, se desejasse mais informações sobre o tema, que contatasse o chefe da Superintendência de Tributos, que tem por nome André. Passo que foi dado pela Reportagem sem êxito, visto que, mesmo o Superintendente visualizando as indagações, não forneceu respostas ao repórter.


Indagações enviadas, tanto ao Prefeito quanto ao Chefe de Tributos do Município.

 

Continuação, abaixo.

Daves Soares


Prefeito Daves Soares, bom dia. No dia 18 de dezembro de 2016, final do Governo Jabez, reportei, via texto para as redes sociais, à sociedade itapuranguense que, uma área anexa ao Ginásio Anísio Martins, Rua 44, Setor Joaquim da Silva Moreira, em frente à Academia ATP, estava sendo ocupada por terceiros, no intuito de usufruir do espaço como ponto comercial (quiosque em forma de container).


Ao que se nota, a situação não mudou, posto que, a pessoa interessada na possível lanchonete continua edificando obras no local, que é público e está sob a administração (responsabilidade) do município de Itapuranga.


No intuito de ouvir a versão do Poder Executivo itapuranguense, indago: a Prefeitura de Itapuranga vai dar, mesmo, a autorização de fato e de direito para que o particular se utilize daquele espaço público em proveito próprio, mesmo sem ter realizado o processo licitatório (o maior preço pago pela concessão) para tal intento? Se não, por que a pessoa continua edificando obras no local (valeta para rede de esgoto e término da montagem do quiosque)? Por que, ao que consta, o policial aposentado ainda insiste em apossar do espaço público? Ele terá êxito, será agraciado com o patrimônio do povo? Por fim, por que o container/quiosque ainda continua por lá e as edificações particulares estão em pleno andamento naquele espaço público? Antecipadamente, muito obrigado pela atenção e aguardo respostas!


Superintendente de Tributos


Olá, André, boa tarde. Sou o Divino Magalhães Filho e estou produzindo uma matéria sobre a ocupação, por terceiro/particular do espaço público sob administração da Prefeitura de Itapuranga. A área está anexa ao Ginásio Anísio Martins, Rua 44, St Joaquim da Silva Moreira, em frente a Academia ATP. No local há um quiosque/container, com valeta aberta para a rede de esgoto, possuindo, também, hidrômetro e padrão elétrico.


Conversei com o prefeito Daves Soares, hoje, e ele se posicionou sobre o caso e disse se necessitasse de mais informações, que lhe procurasse.


Assim: sabe-se que é um policial aposentado que está tentando se apossar daquele espaço público em proveito próprio; qual é o nome dessa pessoa? Por que ela continua a edificar sua estrutura naquele local? Segundo o prefeito, já solicitou embargo da obra. Assim, qual é a data para que se retire o container/quiosque daquele espaço? Muito obrigado pela atenção, boa tarde e aguardo resposta.

Ex Vice-Prefeito de Itapuranga é Condenado Criminalmente em Primeira Instância


Por Divino Magalhães Filho
Itapuranga-GO, 22/06/2017


Após investigações que desaguaram na Operação Saúde I, deflagrada nos idos de 2008 (mês de dezembro) e a oferta, em 25 de novembro de 2011, de uma Denúnicia pelo Ministério Público de Goiânia, apontando envolvimento de quatro pessoas na fraude (adulteração), via oferecimento/recebimento de propinas, da fila de cirurgia-não importando a gravidade de pacientes-no Hospital de Urgências de Goiânia HUGO, a Juiza de Direito em Substituição, Patrícia Dias Bretas, condenou, no dia 08 de maio último, Cléria Pires da Silva, Áudima Cristina de Bastos Celes, Edvaldo dos Santos Rosa e o político José Garcia Pires PP, que foi Vereador por duas vezes, Secretário Municipal, também, por dois momentos e Vice-Prefeito (2013/2016) em Itapuranga-GO, sua Terra natal.

 

Conforme a Denúncia dos Promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado-Gaeco, a trama, descoberta em 2008, se dava da seguinte maneira: a mentora-chefe seria a, na época, funcionária pública Estadual da Saúde, Cléria Pires da Silva, que era Coordenadora do Setor de Autorização de Internação Hospitalar-AIH do HUGO e que, se aproveitando do cargo, cobrava entre RS 50 e RS 200 para agilizar as cirurgias que eram requisitadas/apontadas por assessores de políticos ou até mesmo pelos próprios políticos, que se propunham a pagar o que era solicitado por Cléria Pires. Desse modo, não respeitando o princípio da gravidade dos pacientes, a funcionária furava a fila do Hospital, passando adiante pessoas que tinham o aval dos possíveis pagadores de propinas.

 

Ainda de acordo com o que contou a Denúncia do Ministério Público, igualmente a José Pires Garcia, tanto Áudima Cristina de Bastos Celes-que, na época, exercia a função de Assessora Parlamentar na Assembleia Legislativa de Goiás-quanto Edvaldo dos Santos Rosa teriam pagado propina à Cleira Pires, para obterem privilégios no que tocava ao corte da fila de cirurgia do Hospital de Urgências de Goiânia.


Diante do relato Promotorial e depois de uma longa tramitação processual do caso, a Juiza Patrícia Dias Bretas, de Goiânia, condenou, no dia 08 de maio último, as quatro pessoas, até então, apontandas como envolvidas no esquema, que, são elas: Cléria Pires da Silva, Áudima Cristina de Bastos Celes, Edvaldo dos Santos Rosa e o político itapuranguense, José Garcia Pires-Té, do Partido Progressista; todos foram condenados a 2 anos e 8 meses de prisão mais 13 dias multas, penas que foram convertidas em prestações de serviços à Comunidade ou à uma Entidade Pública, mais uma prestação pecuniária (pagamento) na quantia de 5 mil e 8 reais, por cada um, que segundo a Sentença, será destinada a uma das Varas de Execuções Penais da Comarca de Goiânia. Patrícia Bretas, também, mandou que as custas processuais ficassem a cargo dos condenados. Os sentenciados têm direito a recorrer do caso em conto.

 

O Outro Lado


Das quatro pessoas aqui citadas, a Reportagem conseguiu contato somente com a Defesa de José Garcia Pires. O advogado River Paulo Siqueira contestou a condenação de seu cliente, alegando fragilidade nas provas usadas, depoimento de Cléria Pires da Silva que, segundo ele, inocenta José Garcia. "Questionada, se havia pedido dinheiro a José Garcia, Cléria disse que sim, mas, que ele não pagou", relatou o advogado River Paulo que, também, disse que já entrou com um Embargo Declaratório questionando alguns pontos da Sentença que condenou José Garcia. River Paulo conta que, no Recurso empreendido, também requereu, "pelas fragilidades das provas, a anulação da condenação de seu cliente ou a redução da pena para no máximo dois anos para, segundo o advogado, almejar, conforme a Legislação, a prescrição do caso.

II Cavalgada Católica de Itapuranga

IGREJA CATÓLICA DE ITAPURANGA PROMOVE SUA II CAVALGADA

 

 

Por Divino Ribeiro Magalhães Filho

Itapuranga-GO, sábado, 17 de junho de 2017

 


Sob a liderança do Padre Celso Leonel Carpenedo, pároco da cidade de Itapuranga-GO, 160 Km de Goiânia, Capital do Estado, a Igreja Católica da Cidade realizou na tarde da última sexta-feira, 16 de junho de 2017, a sua II Cavalgada Católica em homenagem aos padroeiros da Localidade, Nossa Senhora de Fátima e São Sebastião.


O recinto (Tatersal) do Parque de Exposição Agropecuário do Município foi o local de concentração dos cavaleiros e amazonas, que começaram a chegar para a confraternização por volta das 3 h daquela tarde ensolarada de sexta-feira. O passeio, que iniciou por volta das 4:10 h, teve percurso longo, passando pelas principais vias da Cidade e que chegou à Igreja Nossa Senhora de Fátima (Xixazão), às 5:50 h, onde as manifestações religiosas e culturais continuaram a acontecer. 


O Evento Caipira Religioso, teve como objetivo, anunciar à e convidar a população Itapuranguense para participar da tradicional novena em homenagem aos padroeiros da Comunidade (Nossa Senhora de Fátima e São Sebastião), que iniciou ontem, 16, e vai até o dia 25 de junho, e que será celebrada na 1ª Edificação Católica do Município, local onde surgiu o Povoado da Canastra, que logo viria a se transformar o Distrito do Xixá, sendo este, elevado à condição de município (1954) com o nome de Itapuranga.


Na mistura do ser camponês e citadino, automóveis, motocicletas, cavalos, charretes e carros de bois foram a miscelânea  que compôs a simbólica e interessante representação religiosa Católica da Cidade; os dois carros de bois, com suas quatro juntas (parelhas) de animais bovinos adestrados atraíram e chamaram a atenção, tanto de senhores (as) (que, hoje, mesmo residindo na cidade relembram seus passados de labutas no transporte rústico, quando moravam e trabalhavam no meio rural) quanto da boa parte da juventude que, talvez seja a primeira vez que tenha visto in loco como se dava o transporte de mantimentos e outros materiais nas áreas rurais em tempos idos.

 

É verdade que, o Padre Celso Carpenedo, desde sua chegada à Itapuranga (há mais ou menos 2 anos) vem dando uma nova cara a manifestação Católica da Comunidade, e, com isso, arrebanhando, mais, e mais pessoas, e oxigenando a fé e participação daqueles (as) que, até então se encontravam um pouco descrentes com Catolicismo local; e isso, pode se dizer com segurança que vem da dinâmica criativa de quem tem compromisso e capacidade para com a prática da fé e da sociabilidade de uma gente que pratica o coletivismo cristão.

POVOADO DE LAGES, MUNICÍPIO DE ITAPURANGA, PADECE POR 
ESCASSEZ NO FORNECIMENTO DE ÁGUA

 


Por Divino Magalhães Filho
Itapuranga-GO, quarta-feira, 14/06/2017

 


Água, um líquido precioso e vital! Muito mais do que um clichê ou uma frase de efeito, é necessário que seja levada a sério na prática, quando se trata de assegurar condições básicas e necessidades primárias de vida, principalmente, no que se refere à existência humana de uma Localidade.


Povoado de Lages, lugarejo rural que está situado a 11 km da sede do município de Itapuranga-GO, 160 km de Goiânia, Capital do Estado, vivencia, há 12 dias, uma situação de penúria e precariedade na questão do abastecimento de água. Segundo uma fonte, que preferiu o anonimato, o Povoado de Lages vem enfrentando, nos últimos dias, grandes dificuldades no que toca ao fornecimento satisfatório de água às pessoas daquela Localidade.


Conforme contou o informante, a bomba hidráulica, que abastece dois reservatórios/distribuidores-um, de 20 mil e outro com capacidade para armazenar doze mil litros de água-queimou e, há mais de uma semana (segunda-feira, 05 de junho de 2017), foi retirada e levada para o conserto, ficando a população local desassistida em relação ao abastecimento, posto que, a Prefeitura de Itapuranga não providenciou uma bomba reserva para mandar água do poço artesiano aos dois reservatórios.


Ainda de acordo com o mesmo informante, para tentar amenizar a difícil situação das diversas famílias (em torno de 50 a 60 casas) daquele Lugarejo, um produtor rural da Região (plantador de tomate), por nome de Denilson, saiu em socorro da citada Comunidade, se utilizando de seu material de trabalho (bomba de irrigar sua plantação) para, segundo a fonte, levar água captada do Ribeirão Lages para os dois reservatórios, que, devido o aparelho hidráulico não ser o adequado e o pouco tempo diário de bombeamento, a água que vem do Riacho, "não apropriada para o consumo humano", não consegue suprir as necessidades básicas de toda a Comunidade, visto que, "devido a pouca força e a constante escassez de água nas duas torres, a parte mais alta do Povoado sempre fica sem o abastecimento adequado e necessário.


Diante das informações repassadas, a Reportagem entrou em contato com a Prefeitura de Itapuranga-que é comandada por Daves Soares da Silva PSDB-via sua Assessoria de Imprensa, onde o repórter, além de relatar o caso, fez alguns questionamentos, que sejam: 1. Diante do relatado, qual é a posição do prefeito Daves Soares frente às dificuldades enfrentadas por aquela gente lageana? 2.Tem previsão para a reinstalação da bomba hidráulica naquele Povoado? 3. O porquê não existir uma bomba reserva para, ao menos, amenizar os problemas no que toca à falta de água no Povoado de Lages?

 


A RESPOSTA DA PREFEITURA DE ITAPURANGA

 


"Divino, no geral não está faltando água. Ontem mesmo a equipe da secretaria de Infraestrutura e Cidades foi averiguar a situação no distrito e o único lugar que não tinha era na escola porque a água não tinha força pra subir na caixa. Deste modo, o caminhão pipa fez o abastecimento ontem e já o fez hoje no período da manhã. Sobre a bomba, está em Goiânia para a manutenção, já que a mesma está em garantia de fábrica.


Quanto à bomba reserva, está suprindo a necessidade de outros locais, que também queimaram. Na escola Betel e no centro Cultural Cora Coralina, tivemos o mesmo problema, mas o abastecimento não foi interrompido, está normal. E todas (as bombas) estão em manutenção."

FARRA DE FOGOS NA PREFEITURA DE ITAPURANGA?

 


Ontem, 28 de maio de 2017, aconteceu a 28.a edição do Domingo Cultural de Itapuranga-GO. Evento realizado, mas não blindado, ou seja, imune a algumas reflexões em relação a alguns atos na forma de exibí-lo; mesmo que as reflexões, aqui, apareçam no estilo questionamento.


Assim: sendo o citado Festejo Cultural um calendário já consolidado, tradicional, haveria realmente a necessidade da utilização daquela grande quantidade queima de foguetes, tida como chamariz ou louvação do Evento? Além do que, o Código de Leis do Município não veda esse tipo de prática, a queima de foguetes no recinto urbano? E mais: em que estabelecimento foi adquirida tamanha monta de fogos? Houve o processo licitatório para a aquisição dos vultosos foguetes? É verdade que os explosivos eram tantos, que o pessoal até os utilizaram, queimaram na partida entre Itapuranga e Cerradinho, no Estádio Rio Canastra? Se sim, não estaria havendo uso do dinheiro público, do contribuinte daqui em favor de interesse privado, particular, visto que, o time do Itapuranga é uma propriedade não pública, ou seja, pertence a terceiros, a pessoas da iniciativa comercial? Até porque o Itapuranga Futebol Clube-que tem como Presidente e Vice Presidente, Cunha Neto e o vereador Miro Marçal respectivamente-além de já se utilizar gratuitamente das estruturas do Estádio Rio Canastra/Durval da Silva (que é público, portanto, do povo), em dia de jagos da Vale do Araguaia, os portões da referida Praça Esportiva são fechados ao público e cobrados ingressos das pessoas, sendo a grana arrecadada remetida ao Clube, que é particular. Ao invés do recebimento de taxas pelo uso do patrimônio público por uma iniciativa privada, não está praticando a forma inversa, o povo, além de ver suas estruturas públicas (Estádio) sendo utilizadas gratuitamente por um time particular, ainda precisando pagar para adentrar em um espaço que naturalmente lhe pertence, se acaso desejar ver esse mesmo Clube comercial jogar naquelas Dependências?


Desse modo, se houve a utilização de foguetes pagos pela Prefeitura, pelo contribuinte itapuranguense, no mencionado evento esportivo de ontem no Canastra, não estaria, mais uma vez, o dinheiro do povo patrocinando, sendo, literalmente, torrado em favor da faina particular, que seja, do Itapuranga Futebol Clube, que tem como Presidente e Vice, o Cunha Neto e o vereador Miro Marçal?


Ainda na esteira dos questionamentos reflexivos sobre a forma de destinação de verbas para o 28.o Domingo Cultural, agora, nos quesitos: som, palco: e iluminação, indago: quanto custou e que Empresa, ou Empresas fornceram os mencionados equipamentos? Para tanto, houve a realização do processo licitatório, para que o dinheiro do contribuinte itapuranguense fosse melhor respeitado e utilizado?


Questionamentos postos, a razão? É a busca do processo de reflexão da gente itapuranguense quanto à obrigatoriedade do gestor em tratar com clareza e cuidado a condução e destinação do dinheiro do contribuinte, não permitindo que os impostos pagos pelos(as) cidadãos(ãs) do município de Itapuranga se transformem en cinzas, e que sejam queimados a torto e a direito, torrados ao bel prazer de um determinado grupo ou segmento particular.

GREVE GERAL NO BRASIL: ITAPURANGA-GO TAMBÉM VAI À LUTA

 

 

Partindo da premissa de que, quem possui o DNA da luta jamais foge ao movimento, Itapuranga que, outrora, foi tão combativa, hoje, deu mais uma lição de mobilização em favor da causa coletiva.


Em conformidade com a Greve geral convocada pelas Centrais Sindicais e Movimentos Sociais em nível de País (Frente Brasil Popular, Povo Sem Medo e MST), o Município itapuranguense, que possui uma população estimada em 30.000 habitantes e está a 160 Km de Goiânia, Capital do Estado, amanheceu, com muitas pessoas, entidades e categorias trabalhistas nas ruas, que manifestaram contra as reformas da Previdência, do Trabalho e da Lei da Terceirização.

 

A concentração dos(as) trabalhadores(as), que se deu no pátio do Centro Cultural Cora Coralina, por volta das 7 e 20 da manhã desta sexta-feira, 28, teve como organizadores o Sindicato dos Trabalhadores Públicos Municipais de Itapuranga e o Sindicato dos Trabalhadores da Educação do Estado de Goiás-Regional Itapuranga.

 

Após o café da manhã que fora oferecido pelas citadas entidades, diversas ruas e avenidas da cidade foram palco das manifestações das pessoas que além de gritarem o “Fora Temer” expunham os nomes dos Deputados Federais do Estado de Goiás que, segundo eles, estão participando do desmantelamento dos direitos Sociais e trabalhistas de toda a população brasileira.

 

 

O protesto, que contou com a participação/adesão dos profissionais da Educação Municipal e Estadual, da Saúde, da UEG Campus Itapuranga, dos funcionários dos Bancos do Brasil e Caixa Econômica Federal, dos servidores do Judiciário, Ministério Público e Legislativo locais, se encerrou no miolo da Praça Central do Município com discursos contundentes de várias pessoas do povo e de diversos representantes de categorias de trabalhadores. 

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