FARRA DE FOGOS NA PREFEITURA DE ITAPURANGA?

 


Ontem, 28 de maio de 2017, aconteceu a 28.a edição do Domingo Cultural de Itapuranga-GO. Evento realizado, mas não blindado, ou seja, imune a algumas reflexões em relação a alguns atos na forma de exibí-lo; mesmo que as reflexões, aqui, apareçam no estilo questionamento.


Assim: sendo o citado Festejo Cultural um calendário já consolidado, tradicional, haveria realmente a necessidade da utilização daquela grande quantidade queima de foguetes, tida como chamariz ou louvação do Evento? Além do que, o Código de Leis do Município não veda esse tipo de prática, a queima de foguetes no recinto urbano? E mais: em que estabelecimento foi adquirida tamanha monta de fogos? Houve o processo licitatório para a aquisição dos vultosos foguetes? É verdade que os explosivos eram tantos, que o pessoal até os utilizaram, queimaram na partida entre Itapuranga e Cerradinho, no Estádio Rio Canastra? Se sim, não estaria havendo uso do dinheiro público, do contribuinte daqui em favor de interesse privado, particular, visto que, o time do Itapuranga é uma propriedade não pública, ou seja, pertence a terceiros, a pessoas da iniciativa comercial? Até porque o Itapuranga Futebol Clube-que tem como Presidente e Vice Presidente, Cunha Neto e o vereador Miro Marçal respectivamente-além de já se utilizar gratuitamente das estruturas do Estádio Rio Canastra/Durval da Silva (que é público, portanto, do povo), em dia de jagos da Vale do Araguaia, os portões da referida Praça Esportiva são fechados ao público e cobrados ingressos das pessoas, sendo a grana arrecadada remetida ao Clube, que é particular. Ao invés do recebimento de taxas pelo uso do patrimônio público por uma iniciativa privada, não está praticando a forma inversa, o povo, além de ver suas estruturas públicas (Estádio) sendo utilizadas gratuitamente por um time particular, ainda precisando pagar para adentrar em um espaço que naturalmente lhe pertence, se acaso desejar ver esse mesmo Clube comercial jogar naquelas Dependências?


Desse modo, se houve a utilização de foguetes pagos pela Prefeitura, pelo contribuinte itapuranguense, no mencionado evento esportivo de ontem no Canastra, não estaria, mais uma vez, o dinheiro do povo patrocinando, sendo, literalmente, torrado em favor da faina particular, que seja, do Itapuranga Futebol Clube, que tem como Presidente e Vice, o Cunha Neto e o vereador Miro Marçal?


Ainda na esteira dos questionamentos reflexivos sobre a forma de destinação de verbas para o 28.o Domingo Cultural, agora, nos quesitos: som, palco: e iluminação, indago: quanto custou e que Empresa, ou Empresas fornceram os mencionados equipamentos? Para tanto, houve a realização do processo licitatório, para que o dinheiro do contribuinte itapuranguense fosse melhor respeitado e utilizado?


Questionamentos postos, a razão? É a busca do processo de reflexão da gente itapuranguense quanto à obrigatoriedade do gestor em tratar com clareza e cuidado a condução e destinação do dinheiro do contribuinte, não permitindo que os impostos pagos pelos(as) cidadãos(ãs) do município de Itapuranga se transformem en cinzas, e que sejam queimados a torto e a direito, torrados ao bel prazer de um determinado grupo ou segmento particular.

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